Isso é criminoso.” A empresária classificou o episódio como uma “patifaria” e anunciou que se reunirá com advogados nesta sexta-feira (23) para avaliar medidas junto ao STF e à Polícia Federal.

Não há confirmação independente de que os documentos apresentados tenham sido retirados do inquérito sigiloso.

Principais detalhes

A reação ocorreu após o ministro Guilherme Boulos aparecer em vídeo apresentando documentos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em meio à disputa pela abertura de sigilos entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL).

“Não autorizei essa gente levar nenhum documento meu que está sob segredo de Justiça no inquérito em que sou investigada”, afirmou Roberta em vídeo publicado nas redes sociais.

Próxima de Lulinha, filho do presidente, e investigada no caso das fraudes do INSS, a empresária teve seu nome incluído na ofensiva de Flávio para condicionar a divulgação de seus próprios dados à abertura de sigilos de pessoas ligadas a Lula.

Roberta declarou que sequer foi comunicada sobre a utilização dos documentos e cobrou esclarecimentos sobre a origem das informações.

Outros detalhes

“Me espanta ver alguém com o meu sigilo e falando em meu nome e entregando documentos que pertencem a mim e ao inquérito, sem o meu menor conhecimento.

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Fonte: Jovem Pan