A diretoria de Assuntos Internacionais do Tribunal Superior Eleitoral, Renata Gil, afirmou neste sábado que a Justiça eleitoral precisou agir com mais serenidade, preparo e firmeza diante de insinuações de interferência externa na eleição presidencial de 2026.

Ainda assim, o ministro declarou que o Brasil segue aberto para aperfeiçoamento e troca de ideias sobre o processo eleitoral se baseando em experiências internacionais apresentadas por observadores.

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Representantes de cerca de 44 países, incluindo os Estados Unidos, estiveram presentes.

As avaliações destacaram o funcionamento das urnas eletrônicas, a preparação dos mesários, os mecanismos de auditoria e transparência das etapas de transmissão, totalização e divulgação de resultados eleitorais, segundo ele.

“A observação independente fortalece a transparência e oferece elementos concretos para o aperfeiçoamento das nossas práticas… O Brasil tem orgulho de apresentar sua experiência eleitoral e permanece aberto à cooperação e ao aprendizado recíproco.

Nesse cenário, a justiça eleitoral precisou agir com serenidade, preparo e firmeza, distinguindo fatos de narrativas e assegurando que a vontade popular fosse livremente expressa”, afirmou durante a cerimônia.

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Fonte: Jovem Pan