Veja também: Todas as notícias da Gazeta Esportiva Canal da Gazeta Esportiva no YouTube Siga a Gazeta Esportiva no Instagram Participe do canal da Gazeta Esportiva no WhatsApp Maradona morreu em 25 de novembro de 2020, aos 60 anos, vítima de uma parada cardiorrespiratória e edema pulmonar, enquanto estava em regime de internação domiciliar em Tigre, ao norte de Buenos Aires.
Luque, de 45 anos, foi quem promoveu a intervenção, mas não atuou como o cirurgião principal.
Situação do jogador
O Ministério Público pede uma pena de 12 anos de prisão para Luque, que era médico pessoal de Maradona nos anos que antecederam sua morte.
A defesa do neurocirurgião Leopoldo Luque, principal acusado pelo Ministério Público no julgamento pela morte de Diego Maradona, declarou que o médico está sendo usado como um "bode expiatório" no processo.
Os advogados contestaram as conclusões da acusação e defenderam que a morte do ídolo argentino foi um evento repentino e imprevisível.
Da Redação em São Paulo, SP O principal réu no julgamento pela morte de Diego Maradona, o neurocirurgião Leopoldo Luque, é um "bode expiatório neste caso", afirmou, nesta quarta-feira, um de seus advogados de defesa, na fase final do processo.
Outros detalhes
Um dos pilares da acusação é o relatório de uma junta médica composta por cerca de 20 especialistas, que descreveu Maradona como um paciente com problemas cardíacos, renais e hepáticos, concluindo que o atendimento recebido durante sua internação domiciliar foi "inadequado, deficiente e temerário".
Eles não tinham a menor ideia, mas, como haviam lido jornais desde os anos 2000, deram isso como certo", disse Oneto, referindo-se a um evento cardíaco que o campeão argentino sofreu naquele ano.
No local, ele se recuperava de uma cirurgia para tratar um hematoma subdural, realizada três semanas antes na Clínica Olivos.
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Fonte: Gazeta Esportiva
