A ausência de um peso-pesado no masculino está relacionada a uma decisão da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), que priorizou atletas que subiram ao pódio em competições internacionais e preferiu "dobrar" categorias com judocas que alcançaram esses requisitos, atingindo o número máximo de 9 atletas por gênero.
É um momento de distração também." Nesta nova caminhada, após encerrar a carreira olímpica em 2024, o maior medalhista internacional do judô brasileiro masculino leva a disciplina que aprendeu com o esporte para a vida: "Em várias partes da gestão e das vivências esportivas, eu estou como faixa-branca e aprendendo a fazer as coisas.
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O ciclo promete ser bem legal, com diversas movimentações de peso." Além disso, o judoca apontou as categorias que prometem ter uma briga mais interessante pela vaga olímpica: "A gente tem uma Rafaela Silva que subiu de categoria (para até 63 kg), que quer buscar mais uma medalha nas Olimpíadas e está indo muito bem.
No Mundial de Judô de Baku 2026, a tradição é mantida com a disputa das categorias acima de 78 kg no feminino e acima de 100 kg no masculino neste sábado (11).
O "dono" dessa vaga até pouco tempo atrás era Rafael Silva, o Baby, que disputou as Olimpíadas de Londres 2012, Rio de Janeiro 2016, Tóquio 2020 e Paris 2024, conquistando três medalhas de bronze: duas individuais (na Inglaterra e no Brasil) e uma por equipes (na França).
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Os últimos dias de uma competição de combate geralmente são reservados para as categorias mais pesadas e também para a disputa por equipes.
Ela deixou um vácuo ali no até 57 kg, então tem quatro atletas brigando por essa posição: a Shirley Nascimento, a Bianca Reis, a Sarah Souza e a Jéssica Couto Lima.".
Apenas a atual campeã olímpica, Beatriz Souza, será a representante do Brasil na disputa, uma vez que o país não enviou um atleta para o evento mais pesado no masculino.
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Fonte: www.espn.com.br – TOP

