Presidente ucraniano critica aproximação entre Washington e Moscou após acordo sobre diesel russo; novos bombardeios deixam pessoas sem energia elétrica O cessar-fogo energético anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entre Rússia e Ucrânia fracassou poucos dias depois de sua divulgação.

Nesta quinta-feira (15), forças ucranianas retomaram os ataques contra refinarias de petróleo russas, em resposta à continuidade dos bombardeios de Moscou contra instalações de energia e áreas civis da Ucrânia.

Principais detalhes

A retomada das operações ucranianas foi confirmada pela Reuters e pela Associated Press.

Um dos episódios deixou aproximadamente 600 mil ucranianos sem eletricidade, conforme os relatos sobre a nova ofensiva russa.

O acordo anunciado por Trump no domingo (11) previa a suspensão imediata de ataques contra instalações energéticas dos dois países.

A escalada militar ocorre em meio a uma crise diplomática entre Washington e Kiev, agravada pelo recente acordo firmado entre Trump e o presidente russo, Vladimir Putin, para permitir a comercialização de diesel russo.

Outros detalhes

Ao ser perguntado diretamente por Morgan se se sentia traído pelo presidente americano, Zelensky respondeu: “Na verdade, sim, entre nós.” O líder ucraniano também declarou que seu país depende dos Estados Unidos como parceiro estratégico para enfrentar a invasão russa, iniciada em fevereiro de 2022.

Em entrevista ao Financial Times, Zelensky anunciou o fim da suspensão dos ataques contra refinarias russas: “A restrição acabou.

Terminamos.” A declaração representa uma mudança na postura de Kiev, que inicialmente havia aceitado interromper os bombardeios contra instalações petrolíferas para dar uma oportunidade à proposta americana.

Leia também

Fonte: Jovem Pan