A manifestação ocorre a duas semanas do segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro, quando Lula enfrentará Flávio Bolsonaro (PL).

Mais cedo, o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, determinou a suspensão do canal “Exército do Lula”, que reúne 3,2 milhões de seguidores no WhatsApp.

Principais detalhes

O ministro deu prazo de três horas, a partir da notificação, para que a Meta, responsável pelo WhatsApp, impeça novas publicações e a entrada de seguidores no canal.

A declaração foi dada durante uma entrevista coletiva antes de um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinar a suspensão do canal “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) no WhatsApp.

“Estou desconfiado do comportamento da Justiça Eleitoral sobre gente nossa.

Vamos entrar com um pedido contra isso.

Outros detalhes

“A liberdade de expressão não é salvo-conduto para o ilícito eleitoral, e a paridade de armas entre os candidatos não sobrevive à conversão de uma ferramenta de comunicação em instrumento de desinformação em massa às vésperas do pleito”, escreveu Nunes Marques.

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A decisão atendeu a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro, que acusou Janones de utilizar a plataforma para coordenar a disseminação de informações falsas contra o candidato do PL.

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Fonte: Jovem Pan