O teste da regra de impedimento proposto por Arsène Wenger não deve avançar após receber baixa adesão nos painéis técnicos da Ifab O post apareceu primeiro em .

A proposta não teve apoio nos painéis consultivos da Ifab (International Football Association Board), órgão regulador das leis do futebol, que se reuniram nesta terça-feira, 27.

Planos da comissão técnica

conforme a BBC, relatórios avaliados pelos comitês técnicos e de futebol apontaram reflexos diretos no ritmo de jogo.

Ao longo de 112 partidas observadas na liga canadense, os números registraram: Embora a proposta tenha elevado ligeiramente o número de gols, o recuo forçado das defesas e a desvantagem dos zagueiros em lances de bola parada causaram receio.

Os membros dos comitês, integrados por ex-jogadores, técnicos e árbitros, entenderam que o modelo gerou distorções táticas sem benefício proporcional ao espetáculo.

Com a falta de apoio registrada nas reuniões realizadas nesta terça-feira, 27, a medida não deve figurar no pacote de alterações estudadas para a temporada 2027/28.

Outros detalhes

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Os testes de uma regra de impedimento defendida por Arsène Wenger dificilmente terão continuidade.

O conceito estabelece que um jogador de ataque só deve ser considerado impedido caso haja espaço visível entre todo o seu corpo e o penúltimo defensor, buscando erradicar marcações milimétricas.

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Fonte: Revista PLACAR