Quando Marlon Gomes deixou o Vasco para jogar no Shakhtar Donetsk, em janeiro de 2024, a transferência ia além do futebol.

Em entrevista exclusiva à Trivela, Marlon Gomes falou sobre a evolução desde a saída do Vasco, os bastidores de sua transferência, a conversa com Alex Teixeira antes de viajar e a experiência de viver e trabalhar em um país em guerra.

Negociação e próximos passos

O volante tinha apenas 20 anos e chegava a um país que já vivia havia quase dois anos sob os efeitos da guerra com a Rússia.

Era um salto esportivo importante, mas também uma mudança de vida cercada por incertezas.

No Vasco, mesmo bastante jovem, com a torcida muito apaixonada e o clube às vezes não vivendo um momento tão bom, eu arriscava.

Quando Marlon recebeu a proposta do Shakhtar, o conflito entre russos e ucranianos já estava em andamento, e o jogador precisou conversar com a família sobre os riscos e as incertezas de uma mudança tão grande.

Outros detalhes

Para um time que disputa competições europeias, isso transforma cada partida fora de casa em uma operação logística mais complexa.

Quase três anos depois, Marlon viveu a rotina de uma equipe que precisa atravessar fronteiras terrestres para deixar a Ucrânia enquanto também teve a oportunidade de disputar a Champions League.

Hoje, olha para o período como uma etapa fundamental de seu desenvolvimento, dentro e fora de campo.

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Fonte: Trivela