Na última semana, o Santos conversou a Cimed – que já patrocina Palmeiras e Cruzeiro, além de ser uma das marcas envolvidas desde 2016 com a seleção brasileira -, mas ouviu da empresa do ramo farmacêutico que não há orçamento de marketing previsto para investir este ano na maior propriedade do uniforme.
Ao mesmo tempo em que se articula de forma conjunta com outros clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro para debater o veto às bets, o Santos trava uma briga contra o relógio na tentativa de minimizar os impactos na já delicada crise financeira.
Como ficou o cenário após o jogo
Vale lembrar que o Santos detinha 75% dos direitos econômicos do jogador e, no acordo, aumentou a fatia para 80%, ficando com aproximadamente R$ 9,3 milhões líquidos.
Com valores de bet congelados, clube se lança ao mercado, mas sofre com negativas da Cimed e de outras empresas O post apareceu primeiro em .
Com o contrato de patrocínio com a Novibet congelado, que ocupava o espaço máster da camisa, o clube se lançou ao mercado em busca de um novo acordo para a propriedade do uniforme.
Recentemente, o Santos negociou o lateral-direito JP Chermont com o Sharjah FC, dos Emirados Árabes Unidos.
Outros detalhes
No contrato de R$ 35 milhões anuais com a Novibet, por sua vez, havia previsão da interrupação imediata de repasse mensal em caso de mudanças regulatórias para as bets no Brasil.
PLACAR divulgou que os valores eram inferiores a uma das duas parcelas dos direitos de imagem devidas aos jogadores, que supera R$ 15,1 milhões, segundo o balancete do primeiro semestre, divulgado na última reunião do Conselho Deliberativo.
O acordo inicial pela venda do lateral foi fechado em 2,5 milhões de dólares (R$ 12,9 milhões), mas o clube precisará repassar 10% ao Coritiba por conta da “taxa de vitrine” firmada no empréstimo.
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Fonte: Revista PLACAR

