Executivo de futebol cita erros que marcaram a temporada do Guarani Os dois atletas alegam que o clube deixou de cumprir obrigações previstas em contrato e pedem à Justiça o reconhecimento da chamada rescisão indireta, que permite ao trabalhador romper o vínculo por falta grave do empregador.

+ ✅Clique aqui para seguir o novo canal Guarani no WhatsApp + Veja mais notícias do Guarani no Além dos valores que afirmam ter a receber, os jogadores pedem que a Justiça determine a liberação de seus registros na CBF, para que possam assinar com outras equipes antes do fim dos processos.

Negociação e próximos passos

Isaque; Guarani x Caxias; Série C Raphael Silvestre/Guarani FC A maior cobrança é a de Isaque, que atribui à ação o valor de R$ 1.634.801,65.

O meia afirma que assinou um compromisso de renovação automática até dezembro de 2027 caso fosse titular em pelo menos 50% dos jogos do Campeonato Paulista ou da Série C de 2026.

Segundo a ação, ele atingiu a meta ao começar 22 das 28 partidas disputadas pelo Guarani na temporada, o equivalente a 78,6%.

Veja também: + Guarani tem ex-Ponte e Inter como alvo para 2027 + Conselho marca reunião para votar proposta de Graziano + Clube renova com artilheiro da base por mais uma temporada Com base nesses números, o jogador pede que a Justiça reconheça a renovação do contrato.

Outros detalhes

Isaque também cobra valores que afirma estarem atrasados, incluindo salários, direitos de imam, auxílio-moradia, FGTS, férias e 13º salário.

Isaque completa 100 jogos pelo Guarani e revela meta pro futuro Entre os pedidos estão R$ 135 mil em salários, outros R$ 135 mil em direitos de imam, R$ 45 mil de auxílio-moradia e R$ 22,4 mil de FGTS.

O meia também cobra R$ 64,1 mil referentes a férias e 13º salário, além de R$ 30 mil de multa prevista na legislação trabalhista.

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Fonte: ge