A ação mencionou um ato virtual realizado em 14 de setembro.
Por meio do documento, Flávio também pediu: O ministro e corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou que Flávio apresente, em até 72 horas, informações complementares antes de analisar a ação.
Principais detalhes
O parlamentar alega suposto uso da estrutura do Ministério da Cultura em prol da candidatura do petista à reeleição.
Flávio também pediu investigação contra a primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, o dirigente do Coletivo Soylocoporti, João Paulo Lacerda Rocha Mehl, e cinco integrantes da pasta (Márcio Tavares dos Santos, Cassius Antonio da Rosa, Roberta Malvão, Fábio Riani Costa Perinotto, Fabrício Antenor Pereira).
A petição afirma que o coletivo foi selecionado por meio de um chamamento público para participar do Programa Nacional dos Comitês de Cultura (PNCC) no Paraná.
Segundo o documento, a instituição “tornou-se, em ano eleitoral, a base material de uma campanha paralela”.
Outros detalhes
conforme o documento, Janja se apresentou como “militante” e não como “primeira-dama”.
A socióloga também teria pedido mobilização da base de Lula para convencer indecisos.
A ação indicou suposto uso de grupos oficiais administrados pelo Ministério da Cultura para divulgação do ato virtual.
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Fonte: Jovem Pan

