Na prática, o Flamengo pretende levar aos ministros do STF a perspectiva dos clubes e os possíveis efeitos financeiros e esportivos provocados pela mudança.

Leia mais: Conselho do Vasco votará proposta de R$ 3 bilhões de Lamacchia e mudança no Estatuto O tamanho do impacto financeiro é um dos principais argumentos apresentados pelo Flamengo.

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Clube, que prevê baixas de até R$ 430 milhões, quer participar de ações contra a medida provisória e sustenta que.

O clube apresentou, nesta terça-feira (29), um pedido para participar de pelo menos duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI) que discutem a medida provisória responsável pelas novas restrições ao setor.

A diretoria calcula que a interrupção dos contratos com empresas de apostas possa representar um prejuízo de aproximadamente R$ 430 milhões.

No entanto, a avaliação da diretoria é de que os novos acordos dificilmente alcançarão os mesmos valores pagos pelas empresas de apostas.

Outros detalhes

— Nós vamos deixar de contratar jogadores e contratar advogados.

A equipe quer ingressar nos processos como amicus curiae, expressão utilizada para definir uma parte que fornece informações e argumentos relevantes ao julgamento.

Nós não temos condições, hoje, de honrar os compromissos que nós assumimos baseados em contratos legais.

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Fonte: Torcedores | Notícias esportivas

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