Um dos mais afetados foi o Flamengo, que tem um acordo de R$ 268,5 milhões por ano com a Betano, disparado o maior acordo entre os clubes, já que o Corinthians, vice-líder, recebe R$ 150 milhões da Esportes da Sorte.

Em entrevista concedida nesta quinta-feira (1º), José Boto, diretor de futebol do Rubro-Negro, fez até mesmo uma prospecção bastante pessimista para o futebol brasileiro em relação aos rivais sul-americanos: "Se calhar, daqui a três anos, ao invés de termos três times brasileiros nas semifinais da CONMEBOL Libertadores, vamos ter três times argentinos.

Detalhes sobre Flamengo

O dinheiro que eles não gastam aqui, vão colocar na Argentina, é óbvio." Ou seja, somados os dois gigantes argentinos, dá um valor de R$ 70 milhões por ano, quase R$ 200 milhões a menos do que o Rubro-Negro recebe a cada temporada.

Neste momento, a diferença de realidade entre os clubes dos dois países é tão grande, que das 12 maiores equipes do país, apenas duas recebem menos do que o Boca, maior patrocínio da Argentina.

São eles o Santos, que tem um acordo de R$ 35 milhões com a Novibet, mas com metas que podem gerar R$ 50 milhões ao clube, e o Internacional, que neste momento está sem patrocínio master.

Realidade financeira entre os clubes dos dois países é bastante diferente neste momento Você está na Edição Brasil.

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A Medida Provisória do Governo Federal que proibiu a atividade de casas de apostas no Brasil continua repercutindo nos clubes de futebol do país.

Isso porque a maioria das grandes equipes são patrocinadas por essas empresas, que entraram no mercado oferecendo quantias bem maiores do que as que já estavam no ramo.

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Fonte: www.espn.com.br – TOP

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