Entre 2009 e 2018, o Manchester City gastou mais de 1,2 bilhão de libras no mercado.

O recorte ganhou uma nova dimensão depois que a comissão independente da Premier League considerou o Manchester City culpado das acusações relacionadas a graves violações financeiras no período entre 2009/10 e 2017/18.

Negociação e próximos passos

A comissão concluiu que o clube utilizou acordos comerciais fraudulentos para inflar receitas e reduzir custos artificialmente em mais de 900 milhões de libras.

Isso não significa, porém, que cada contratação possa ser individualmente classificada como produto de uma irregularidade.

Foram nove temporadas em que o clube deixou de ser um projeto ambicioso de um novo proprietário para se transformar em uma potência consolidada do futebol inglês.

A primeira grande transformação aconteceu antes mesmo de o City ter uma geração de craques capaz de dominar a Premier League.

Outros detalhes

A temporada 2009/10 foi a primeira janela de verão completa depois da chegada do Abu Dhabi United Group, e o clube gastou cerca de 142 milhões de libras considerando as duas janelas daquele ciclo.

A estratégia era clara: contratar jogadores capazes de elevar imediatamente o nível do elenco e, ao mesmo tempo, enfraquecer concorrentes diretos.

Carlos Tevez (41 milhões de libras), Emmanuel Adebayor (24,9 milhões de libras), Joleon Lescott (23,6 milhões de libras), Kolo Touré (16,1 milhões de libras) e Gareth Barry (11,9 milhões de libras) chegaram naquele primeiro grande pacote.

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Fonte: Trivela

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