Veja abaixo o aproveitamento dos técnicos da Seleção Brasileira nos primeiros 18 jogos: Flávio Costa — 70,4% (12 vitórias, 2 empates e 4 derrotas) Carlos Alberto Silva — 70,4% (11 vitórias, 5 empates e 2 derrotas) Sebastião Lazaroni — 68,5% (11 vitórias, 4 empates e 3 derrotas) Osvaldo Brandão — 68,5% (11 vitórias, 4 empates e 3 derrotas) Luiz Felipe Scolari — 68,5% (12 vitórias, 1 empate e 5 derrotas) Cláudio Coutinho — 64,8% (9 vitórias, 8 empates e 1 derrota).
A crítica não afeta a ideia que eu tenho para o futuro da Seleção Brasileira e dos jogadores.
Detalhes sobre Seleção Brasileira
Depois de deixar uma impressão ruim no primeiro compromisso no início do ciclo para a Copa do Mundo de 2030, Carlo Ancelotti minimizou o impacto das críticas ao trabalho que conduz à frente da equipe nacional.
Em entrevista coletiva nesta segunda-feira (28) ao lado de Tony Popović, técnico da Austrália, o italiano declarou que não se vê pressionado pela repercussão negativa do desempenho que a equipe no empate em 1 a 1 diante dos australianos na última sexta-feira, conseguida só no último lance com um gol de cabeço do Rayan.
Zero”, disparou Ancelotti, que minimizou ainda o peso dos resultados dos jogos amistosos neste momento.
Segundo dados estatísticos do DataESPN, o italiano tem pior início de um técnico na história da Seleção após 18 jogos, junto com Carlos Alberto Parreira: 63% de aproveitamento.
Outros detalhes
Já Parreira, que acumulou as 18 partidas à frente do Brasil somando as passagens de 1983 e 1991, teve nove vitórias, sete empates e duas derrotas.
O melhor aproveitamento nesse recorte é o de Vanderlei Luxemburgo, com 87%: 15 vitórias, dois empates e uma derrota.
Para acessar edições de outras regiões, clique aqui.
Leia também
Fonte: www.espn.com.br – TOP

