Havia festa, cânticos, celulares erguidos, dor e também lágrimas, como em um resumo do que foram os pouco mais de 20 anos de Messi com a camisa arntina.
Messi antes do jogo de despedida AFP/LUIS ROBAYO O escritor uruguaio Eduardo Galeano definiu Diego Armando Maradona como "o mais humano dos deuses".
Como ficou o cenário após o jogo
Cada minuto consumido no relógio do árbitro Fernando Vejar Diaz era um lembrete de que o fim estava mais próximo.
Cada vez que Messi tocava na bola, era como despertar para a certeza de que aquela cena, repetida tantas vezes durante mais de duas décadas, estava entrando definitivamente para o passado.
Vieram a Copa América, a Finalíssima, as respostas atravessadas ("qué mirás, bobo?") e, principalmente, a Copa do Mundo de 2022.
Aos 25 min do 2º tempo – gol de pênalti de Messi da Arntina contra o Benin Ele já não precisava ser o próximo Maradona.
Outros detalhes
Mas houve momentos nas Copas de 2022 e 2026 em que era difícil não abrir um sorriso de admiração com aquilo que Messi estava fazendo.
De Paul, à direita de Messi, comemora a conquista da Copa do Mundo de 2022 Grzegorz Wajda/SOPA Imas/LightRocket via tty Imas Mas esses momentos também ajudaram a compreender que alguns gênios, em algum momento, deixam de pertencer apenas ao lugar onde nasceram.
Copa do Mundo de 2026 vira palco de recordes; Messi assume topo histórico de artilharia Porque chega um ponto em que a camisa, a bandeira e até mesmo os nossos próprios olhos já não conseguem limitar o que estamos sentindo.
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Fonte: ge

