Se é no Brasil, por exemplo, a parte técnica, de bola no pé, é naturalmente algo mais tratado pelo histórico do futebol pentacampeão do mundo.

Para um zagueiro nascido no Brasil, foi uma transformação ter o contato com uma formação focada nisso, algo que não via no futebol brasileiro.

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A depender do país, a formação de um jogador na categoria de base muda muito.

Na Itália, pelo longo lastro tático, por outro lado, a ideia é introduzir aos atletas mais cedo os aspectos estratégicos do jogo.

Essa diferença na formação foi impactante para João Gabriel, zagueiro ex-Corinthians que atualmente atua pelo Como sub-20.

Na base alvinegra entre 2020 e 2023, a instrução que ele recebia tinha mais a ver com entrega, “raça”, e, muitas vezes, a obrigação de ter a capacidade de construir o jogo pela potência que é o time paulista.

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Pelo menos no Brasil, eu nunca tive esse tipo de trabalho, nem esse tipo de atenção para a linha defensiva.

Era mais jogar com a bola no pé, porque o time é uma das potências do futebol brasileiro.

Na Itália, onde atua há três anos, desde um empréstimo de uma temporada à Roma e depois a ida em definitivo ao Como em 2024, Gabriel encontrou um futebol diferente, como contou em entrevista exclusiva à Trivela em videoconferência.

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Fonte: Trivela

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