A princípio, tudo indicava que o volante vencedor da Bola de Ouro 2024 se juntaria ao Real Madrid, porém, uma reviravolta inesperada o levou ao Barcelona.
E com o primeiro El Clásico marcado para este domingo (25), às 17h (horário de Brasília), no Camp Nou, pela 10ª rodada de LaLiga, a Trivela explica porque o Real Madrid sente tanto a ausência de alguém como Rodri, enquanto o Barcelona evoluiu com a chegada do camisa 16 para 2026/27.
Negociação e próximos passos
Rodri pelo Barcelona em LaLiga segundo o jornal “Marca” Como o volante vinha de oito partidas seguidas como titular no Barcelona, além de outras quatro pela Espanha na Super Data Fifa, o técnico alemão decidiu colocá-lo no banco de reservas no duelo contra o PSG.
Luis Enrique, com um meio-campo de alto nível, se sobressaiu e venceu por 4 a 2 no Parc des Princes — interrompendo o 100% de aproveitamento do Barcelona na temporada.
Em entrevistas posteriores, Rodri reconheceu que foi “difícil dizer não ao Real Madrid”, mas que deu prioridade ao Barcelona pelo projeto esportivo e por entender que era o lugar em que suas características poderiam ser melhor aproveitadas.
O camisa 16 era uma das prioridades de José Mourinho, que percebia a ausência de um primeiro homem de meio-campo de elite no elenco.
Outros detalhes
Entretanto, Rodri decidiu esperar pelo Barça, que fez uma oferta superior a do rival, no valor de 75 milhões de euros (cerca de R$ 453,2 milhões à época).
Rodri é quem dita o ritmo no Barcelona, sendo capaz de lidar com a marcação-pressão do adversário e abrindo espaço para Pedri.
Antes mesmo de ser campeão da Copa do Mundo com a Espanha, Rodri já havia sinalizado ao Manchester City que estava aberto uma transferência.
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Fonte: Trivela
