Lewis Hamilton, Lando Norris e Kimi Antonelli disputam o terceiro lugar no GP de Singapura Lewis Hamilton se manifestou sobre o retorno do continente africano ao calendário da Fórmula 1 após 37 anos.

Em coletiva de imprensa realizada na quinta-feira (22), véspera do GP dos Estados Unidos, o representante da Ferrari comemorou a notícia, mas ressaltou que o fato do maior competição de automobilismo do mundo voltar à África não significa deixar de lado alguns problemas que o continente atravessa.

Cenário da competição

Análise: só se fala de Antonelli, mas título nos EUA é missão complicada Bortoleto vê chances de melhorar após dificuldades na estreia em Austin Acesse o canal de automobilismo do no WhatsApp Lewis Hamilton no paddock do GP do Azerbaijão de F1 2026 Igor Ivanko/AFP O heptacampeão mundial declarou que a África “merece ter um Grande Prêmio”.

A Ruanda foi marcada, em sua história recente, pelo nocídio que causou cerca de 800 mil mortes em apenas cem dias, em 1994.

— É claro que ir para lá não significa que você esteja neglinciando as coisas que estão acontecendo lá.

Então, espero que muitas pessoas comecem a se informar um pouco mais sobre o que está acontecendo lá, sobre o que aconteceu lá ao longo de centenas de anos, e espero que isso dê início a uma conversa — disse Hamilton.

Outros detalhes

Ele hoje segue em seu quarto mandato presidencial, vencido com 99% dos votos.

Congoleses protestam pedindo sanções da União Europeia à Ruanda, em razão do apoio ao grupo rebelde M23 Dursun Aydemir/Anadolu via tty Imas Hoje, o país é acusado de diversas violações aos direitos humanos.

Localizada na África Oriental, a Ruanda ainda é alvo de críticas por apoiar o grupo rebelde M23 em um conflito que já deixou três mil mortos e feriu outros milhares na República Democrática do Congo (RDC).

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Fonte: ge