E então cobrar do Vasco, mandante da partida contra o Boca Juniors, os valores devidos conforme o contrato.

Guerra dos sigilos empurra o eleitor para o ceticismo Polêmica gera tensão entre Kassio e Mendonça Big techs têm papel desproporcional na eleição Respeito não voltou ainda, Vasco.

Negociação e próximos passos

A manifestação foi enviada ao blog pelo Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor (GAEDEST/MPRJ), após questionamento sobre a depredação de áreas do estádio no confronto de terça-feira (20), pela Copa Sul-Americana.

O MPRJ também defendeu a recomendação que encaminhou à concessionária, no âmbito de um inquérito civil, para que o Maracanã fosse disponibilizado para o jogo.

"Sem registros de ocorrências de maior impacto", considerando a complexidade da partida e o público superior a 66 mil pessoas.

Por fim, o Ministério Público destacou que os argumentos apresentados pelo procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, em pedido de reconsideração de uma decisão do plantão judicial, no mandado de segurança ajuizado pela concessionária, foram acolhidos em liminar pelo desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, em 13 de outubro.

Outros detalhes

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro declarou que cabe à concessionária Fla-Flu Serviços S.A., administradora do Maracanã, registrar boletim de ocorrência, apurar e catalogar os danos à estrutura do estádio.

Posteriormente, por unanimidade, pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio, no dia 19.

Indicou o registro policial e a cobrança contratual ao clube mandante como providências a cargo da concessionária, além da possibilidade de responsabilização criminal dos autores.

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Fonte: UOL Esporte