Abel Ferreira desabafa: "Eu não mudei, eu sou o mesmo" Bastou confirmar a vitória por 2 a 0 sobre o Athletico, na Arena da Baixada, para o time do Palmeiras caminhar até a arquibancada e comemorar com sua torcida.

– Para o Palmeiras ganhar títulos, não precisa só do treinador, da nossa presidente, do nosso diretor e só dos nossos jogadores.

Mudanças previstas na equipe

Veja a coletiva de Abel Ferreira após a vitória do Palmeiras sobre o Athletico-PR – Ajuda muito quando a torcida aplaude, quando cobra, também, mas já disse que parece que aqui os jogadores primeiro têm que ser engolidos pela torcida, criticados, amassados, chamados de bagre para depois renascer – diz o treinador.

– É muito difícil jogar no Palmeiras, mas quando a torcida puxa, as coisas se tornam mais fáceis, como foi com menos um (contra o Athletico), eles atrás do gol do Carlos Miguel, que fez mais um jogo top, com a torcida a empurrar, ajuda muito.

Uma cena que acompanhou o elenco em um momento de sinergia no estádio, mas que, na visão do técnico Abel Ferreira, nem sempre acontece.

A três dias de decidir a semifinal da Libertadores, o treinador pede o apoio na busca pelos três títulos.

Outros detalhes

Estou aqui há seis anos, não escolho jogo para torcer, para dar meu melhor.

Peço aos nossos torcedores que continuem a acreditar, e continuem a apoiar a equipe como no último jogo em casa – diz o técnico.

Em mais de uma ocasião, inclusive, usou Raphael Veiga como exemplo para ilustrar essa impressão, e desde a saída do meia, atualmente no América, do México, o técnico passou a mencionar Flaco López e mais recentemente também Giay.

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Fonte: ge