Na quinta-feira (15), a Corte proibiu a big tech de limitar o alcance de conteúdos políticos.
Segundo a equipe do petista, o perfil do senador, com 14,2 milhões de seguidores, teve cerca de 39% a mais de visualizações por vídeos curtos do que o chefe do Executivo, que conta com 17,4 milhões de seguidores.
Principais detalhes
A coligação do petista relatou que a inteligência artificial da Meta gerou imagens completas com “Flávio 22” e “Vote 22!”, enquanto pedidos equivalentes com o nome de Lula foram recusados pela ferramenta.
Na quarta-feira (14), a big tech divulgou que proibiu temporariamente a recomendação de candidatos e a geração de imagens deles em “cumprimento às regras eleitorais brasileiras”.
A equipe do petista enviou relatório com informações sobre a distribuição de conteúdos políticos nas plataformas da big tech.
Segundo a campanha de Lula, a entrega de conteúdos entre as candidaturas do chefe do Executivo e do senador Flávio Bolsonaro (PL) se deu de “forma não isonômica”.
Outros detalhes
A coligação “Brasil Pronto pra Mais” — composta por PSB, PDT e pelas federações PSOL/Rede e Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) — disse dispor de “graves fatos que interferiram na igualdade de condições” em razão do tratamento dado pela Meta.
conforme a campanha, houve desabilitação da conta de anúncios, interrupção da contagem de visualizações e impedimento de impulsionar publicações por quase 24 horas.
Por meio da notícia de fato, a coligação do chefe do Executivo pediu: A big tech disse na sexta-feira (16) que a desativação da conta de anúncio de Lula se deu “por engano” e “não por razões políticas”.
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Fonte: Jovem Pan
