Em 9 de outubro, a campanha do petista ficou impossibilitada de impulsionar postagens no feed do Instagram por quase 24 horas.

Porém, conforme a empresa, tratou-se de uma “falha global no Gerenciador de Anúncios”, e não uma “ação direcionada a uma campanha política específica”.

Principais detalhes

Além do MPF, o órgão do governo federal acionou a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

Segundo reportagem do jornal Folha de S.

Paulo, funcionários da Meta relataram, em mensagens internas, que a campanha de Lula estava sendo limitada no Instagram em comparação à do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Além das mensagens em que os funcionários confessam o prejuízo a Lula, a Meta admitiu o erro em uma nota pública.

Outros detalhes

O governo Lula pediu uma auditoria nos sistemas da Meta.

Segundo a Secretaria Nacional de Direitos Digitais, vinculada ao Ministério da Justiça, “os critérios de moderação da empresa operam sem transparência para o usuário e sem observabilidade para a autoridade”.

Para o órgão do governo federal, há indícios de descumprimento do Marco Civil da Internet e da Lei Geral de Proteção de Dados.

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Fonte: Jovem Pan