+ Siga o canal Corinthians no WhatsApp Durante a negociação para quitação da dívida de R$ 630 milhões em troca dos naming rights do estádio e de outros produtos comerciais, o presidente Osmar Stabile acordou com a Caixa a suspensão do pagamento da dívida, o que dará liberdade ao fluxo financeiro do clube.
Seedorf não é inscrito a tempo e fica fora da própria estreia no Corinthians O Corinthians acordou com a Caixa Econômica Federal a suspensão por um ano dos pagamentos da dívida pela Neo Química Arena.
Negociação e próximos passos
O Corinthians já havia suspendido o pagamento das parcelas da dívida e recebido de volta do banco R$ 13,5 milhões dos R$ 27 milhões depositados em uma conta reserva.
Porém, a diretoria do Corinthians entende que os últimos acenos, como a suspensão do pagamento e a devolução de parte do dinheiro, demonstram a disposição do banco em caminhar para um desfecho positivo, ainda sem data para que isso ocorra.
Corinthians realiza primeiro trabalho tático com o técnico Seedorf Com o valor dos naming rights pactuado entre Corinthians e Caixa seria possível dar a dívida como quitada, já que o banco teria o direito de explorar comercialmente o nome do estádio por determinado período.
Dívida da Arena Desde a inauguração do estádio, em 2014, o Corinthians desembolsou cerca de R$ 600 milhões ao longo dos anos para pagar o financiamento para construção.
Outros detalhes
Na prática, o Corinthians só pagou juros em 2023 e 2024 e começou a diminuir o saldo da dívida a partir de 2025.
Corinthians x Vitória: informações e palpite para o jogo Nos bastidores, Stabile cita a dívida pela Arena como principal motivador da grave crise financeira do clube, que tem endividamento total na casa dos R$ 2,8 bilhões.
Nesse período, o banco público também deixará de reter dinheiro da bilheteria dos jogos e parcela das premiações de campeonatos.
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Fonte: ge
