Quarto colocado no primeiro turno, o candidato do Missão avaliou que o senador teria mais condições de ampliar sua influência política por contar com amplo apoio no Congresso Renan Santos (Missão), quarto colocado nas eleições presidenciais no primeiro turno, descartou apoiar o presidente Lula (PT) nesta segunda fase e revelou que não pretende votar no dia 25 de outubro.

O PL, partido do candidato, elegeu 121 deputados federais e 28 senadores para a próxima legislatura, a maior bancada nas duas Casas.

Detalhes sobre Santos

Com a adesão de União Brasil, PP, Republicanos, Novo e Podemos, os partidos aliados podem reunir 286 deputados e 50 senadores a partir de 2027, o que poderia representar uma base expressiva para Flávio Bolsonaro em um eventual mandato no Palácio do Planalto.

No entanto, o político do Missão ponderou que não acredita que o país esteja diante de um risco de golpe militar.

Em entrevista ao programa Alt Tabet, do Canal UOL, ele disse que prefere não declarar apoio a nenhum dos candidatos para evitar que seu projeto político seja associado a outro grupo.

Apesar de rejeitar um possível alinhamento com Lula, Renan avaliou que o risco de concentração de poder seria maior em um eventual governo do senador Flávio Bolsonaro (PL).

Outros detalhes

Segundo ele, o parlamentar teria mais condições de ampliar sua influência política por contar com amplo apoio no Congresso Nacional.

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Fonte: Jovem Pan