Na última semana, a Premier League anunciou que o Manchester City é culpado de 114 das 115 acusações de violações financeiras cometidas entre 2009 e 2018, o que gerou uma onda de críticas no futebol mundial.

Cria das categorias de base do Aston Villa, o atacante passou toda sua carreira (2005-2018) no clube de Birmingham, com exceção de dois empréstimos curtos por Watford e Sheffield Wednesday.

Principais detalhes

Uma das estrelas dos Villains comandados por Martin O’Neill na segunda metade da década de 2000, Agbonlahor vivenciou, em campo, as consequências da ascensão do Manchester City.

Em setembro de 2008, os Citizens foram adquiridos pelo “Abu Dhabi United Group”, que realizaram investimentos históricos (de maneira irregular, segundo a própria liga) para se consolidar como uma potência do futebol mundial.

Esse é o caso do próprio Aston Villa, que perdeu Gareth Barry, considerado o “melhor jogador” do elenco pelo ex-atacante inglês, no início de 2009/10.

O volante, que havia ficado próximo de reforçar o Liverpool no verão anterior, foi comprado pelos Citizens por 12 milhões de libras (equivalentes a R$ 81,6 milhões na cotação atual).

Outros detalhes

À época, o time comandado pelo norte-irlandês buscava se firmar na parte cima da elite nacional, tanto que terminou no 6º lugar duas temporadas seguidas (2007/08 e 2008/09).

Aliás, semanas antes do grupo dos Emirados Árabes Unidos assumir a gestão, o Aston Villa goleou o Manchester City por 4 a 2, no Villa Park, pela rodada de abertura da Premier League 2008/09 — com direito a hat-trick de Gabriel Agbonlahor.

Enquanto os Citizens defendem sua inocência via recurso judicial, os rivais têm demonstrado sua indignação com o escândalo, a exemplo de Gabriel Agbonlahor.

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Fonte: Trivela

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