Pep Guardiola, ao lado de Khaldoun Khalifa Al Mubarak (esquerda), presidente do City, e xeque Mansour, o dono do clube Divulgação/WAM Embora já fosse conhecido há muito tempo, finalmente saiu o veredicto da comissão independente da Premier League designada para avaliar as possíveis 115 violações do Manchester City às regras de controle financeiro da liga.
As acusações são relativas a uma série de manobras utilizadas para maquiar o balanço financeiro do clube, realizadas entre os anos de 2009 e 2018, burlando as Profitability and Sustainability Rules (Regras de Rentabilidade e Sustentabilidade, PSR).
Negociação e próximos passos
Os fatos que renderam as acusações foram revelados pelo site alemão Der Spiegel em novembro de 2018, com base em documentos obtidos pelo projeto Football Leaks, um colossal vazamento de documentos confidenciais que expôs, dentre outras coisas, incontáveis fraudes financeiras realizadas por clubes, proprietários, agentes e jogadores do futebol europeu.
Na esfera da Europa, essas mesmas “farsas” – como a comissão classificou as manobras do City – já haviam rendido punições ao clube, por violações das regras do UEFA Financial Fair Play.
A entidade máxima europeia determinou, em fevereiro de 2020, a suspensão do clube de duas edições das competições europeias, além de uma multa de 30 milhões de euros.
Na Inglaterra, a investigação se arrastava desde 2019, mas o City só veio a ser indiciado pela primeira vez em fevereiro de 2023 e, só agora, veio a ser condenado.
Outros detalhes
Ao longo de todo esses anos, o City venceu cinco edições da liga inglesa, sete copas domésticas, além de uma Champions League, em 2022/23, aprofundando insatisfações e causando a deterioração da credibilidade das regras de controle financeiro da Premier League.
Em apenas uma delas o clube não foi considerado culpado.
Sham contracts As 114 condenações ao Manchester City podem ser resumidas em dois elementos principais, que se repetem ao longo do período analisado.
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Fonte: inclusive no Brasil

