Por Redação Placar, com Agência Brasil O governo federal e o Santos firmaram nesta quinta-feira, 1º, um acordo para a regularização do Centro de Treinamento Rei Pelé, utilizado pelo clube desde fevereiro de 1996.
Em uma entrevista ao canal de YouTube do jornalista Rodolfo Gomes, o assessor especial da presidência, Nicolino Bozzella, deu indícios de que o Santos teria se beneficiado de uma série de irregularidades para adquirir o CT.
Como ficou o cenário após o jogo
Acordo com a União foi concluído nesta quinta-feira, 1º, e estabelece as condições para a cessão onerosa da área, que custará R$ 145 mil mensais O post apareceu primeiro em .
O termo estabelece a concessão de uso onerosa do imóvel por 20 anos, prorrogável por igual período.
A agremiação pagará, mensalmente, a quantia de R$ 145.167,42, valor a ser corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
“Nós pedimos para que [o governo] ajudasse o Santos na construção e no entendimento desse contexto, porque o Santos não poderia naquele momento arcar com as despesas”, afirmou.
Outros detalhes
“Nós reorganizamos o processo, ganhamos o tempo necessário para que pudesse organizar o processo e permitir que, uma vez que a portaria fosse publicada… Agora, nos próximos dias o edital será publicado, para que o Santos esteja organizado”, disse.
Ainda como parte do acordo, o clube reconhece uma dívida de cerca de R$ 23 milhões relativa ao período anterior de utilização do imóvel, com previsão de pagamento em 120 meses.
Vista aérea de parte da área do CT Rei Pelé – Divulgação/Santos FC O Ministério Público, por sua vez, levantou uma série de dúvidas sobre o processo de venda da área envolvendo o Santos e a União.
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Fonte: Revista PLACAR

