A seleção brasileira voltou a enfrentar a Austrália nesta terça-feira (29), depois de empatar contra os australianos na sexta-feira (25) por 1 a 1.

Desta vez, venceu por 4 a 2, com gols de Vanderson, Raphinha, Bruno Guimarães e Vinícius Junior.

Como ficou o cenário após o jogo

Mas o resultado ainda não deu tantas certezas sobre modelo de jogo ou padrões para o ciclo.

Carlo Ancelotti mudou sete jogadores do primeiro amistoso, mas manteve a ideia central: um meio-campo dinâmico e ponta velozes.

Principalmente por conta do gol cedo, e pela forma que ele foi construído: a partir de um 4-3-3 que envolvia o adversário com longas sequências de posse de bola.

Durante a coletiva da convocação, Ancelotti havia dito como o meio-campo era o setor com menos certezas para o ciclo da Copa do Mundo de 2030.

Outros detalhes

E que, por isso, seria difícil construir um modelo de jogo de um time propositivo e paciente com a bola.

Ancelotti levou a campo, além das mudanças nominais, uma formação diferente do primeiro amistoso.

Saindo do 4-2-3-1, que tinha Raphinha como um meia-atacante móvel que atacava a profundidade, foi para um 4-3-3 com Bruno Guimarães como primeiro volante e Danilo e Gabriel Bontempo como meias à frente dele.

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Fonte: Trivela

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