O silêncio antes do gol, a cadência das palavras, os bordões que entraram para sempre no dicionário do futebol brasileiro.

Mas o legado do "Locutor da Torcida Brasileira" continua vivo em cada lembrança, em cada transmissão guardada, em cada torcedor que ainda ouve, dentro da cabeça e do coração, a sua voz inconfundível.

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Flávio cai no feitiço religioso difundido pelo pai A eleição mais importante das nossas vidas Por que precisamos levar o bem viver às urnas Espanha faz santuário de Wembley virar velório Mais do que narrador, Fiori tinha a capacidade de transformar cada jogo em uma história inesquecível.

Foto enviada por Benedito Vital Luvizotto Da esquerda para a direita, Araken Patuska (o segundo), Petronilho de Brito (o terceiro), Waldemar de Brito (o quarto) e Fiori Gigliotti (o sexto), em 1976.

Sua voz (grave, marcante, única) segue na memória de todos que viveram a era de ouro do rádio esportivo.

Esse encontro não aconteceu no microfone da Band, mas a vida me deu a honra de dividir com meu ídolo mesas redondas e debates, sempre aprendendo com sua experiência e simplicidade.

Outros detalhes

Da esquerda para a direita: João Alexandre Colombani, Roberto Silva, Ênnio Rodrigues, Fiori Giglioti e Nilson Bastos Bento.

Foto enviada pelo internauta Tico Cassolla Da esquerda para a direita, Feitiço, Petronilho de Brito (o quarto), Waldemar de Brito e Fiori Gigliotii (o sétimo).

Foto enviada por Benedito Vital Luvizotto Em pé, da esquerda para a direita: Homero Brandão, Eurico, Nando, Luis Moreira, Fiori Giglioti, Salim, Léo, Chico de Assis, Felipe, Tuca, Ennio Rodrigues, Carlão e Esquerdinha.

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Fonte: UOL Esporte

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