O empate da seleção brasileira com a Austrália não deve ser de grandes conclusões para Carlo Ancelotti.
Até por isso, a seleção brasileira lançou tanto: foram tentados 48 lançamentos, com eficácia de apenas 40% (19 do total).
Planos da comissão técnica
O 4-2-4 é uma polêmica antiga da seleção brasileira com Ancelotti.
É apenas o primeiro teste desde a dura eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 para a Noruega.
No entanto, o técnico italiano pode ser questionado por não ter cumprido com algo que tratou como uma prioridade no ciclo: a necessidade de renovar o meio-campo.
Em entrevistas após a queda no Mundial, o italiano citou a Espanha, campeã do mundo, como exemplo na formação de meias, citou a necessidade de trabalho junto às categorias de base para encontrar novos perfis para o setor e procurou nomes diferentes dos que testou em mais de um ano no cargo.
Outros detalhes
A convocação para os amistosos com Austrália e Índia trouxe novidades, casos de Breno Bidon, Douglas Luiz, Gabriel Bontempo e Matheus Martinelli.
A Austrália fez sua parte: se retrancou em um 5-4-1 — mas sem deixar de escapar ao ataque — e impôs grande dificuldade ao Brasil na fase mais avançada de construção.
Com a bola no grande círculo, o selecionado de Ancelotti tinha estrutura bem clara: o 4-2-4 no papel virava uma espécie de 3-1-6 com o movimento de Danilo para se juntar aos zagueiros na saída de bola e tendo apenas Bruno Guimarães à frente deles.
Leia também
Fonte: Trivela

