O técnico de Portugal e ex-técnico do Flamengo, Jorge Jesus, defendeu neste sábado (26), os campeonatos estaduais e criticou a redução de estrangeiros no Campeonato Brasileiro durante coletiva da seleção portuguesa.

A redução teve como justificativa, melhorar o desenvolvimento dos jogadores brasileiros e, para o treinador, isso não interfere no crescimento dos atletas.

Planos da comissão técnica

Campeão do Carioca em 2020, Jorge argumentou que os torneios são um diferencial no desenvolvimento do jogador no Brasil.

Não é por aí que vai melhorar o jogador brasileiro.

No início da semana, a entidade anunciou que, a partir de 2027, a quantidade máxima de estrangeiros por jogo para os clubes será de oito e será reduzida gradativamente até chegar a cinco no ano de 2030.

Não é por aí que vai ter alguma interferência na qualidade do jogador brasileiro.

Outros detalhes

Espero que eles não acabem com os campeonatos estaduais, porque isso é um dos segredos do crescimento do jogador brasileiro.Jorge Jesus O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário.

Portugal é um dos países que melhor forma jogadores, que melhores jogadores tem na Europa, e em Portugal, se o treinador quiser, podem jogar com 11 estrangeiros.

E nós temos sempre grandes jogadores e vamos continuar a ter, porque esse não é o problema, o problema é a formação, é qualidade de formação e calendarização.Jorge Jesus Treinador elogiou campeonatos estaduais.

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Fonte: UOL Esporte

Atualização por outra fonte

écnico com passagem marcante no Flamengo entre as temporadas de 2019 e 2020, Jorge Jesus, atual treinador da seleção de Portugal, resolveu opinar sobre a redução do número de atletas estrangeiros no .

O tema, que ganhou as manchetes esportivas nesta semana, foi contestado pelo treinador português durante entrevista coletiva realizada neste sábado, véspera do confronto entre Portugal x Noruega, em partida válida pela Liga das Nações.

Fonte adicional: UOL Esporte

Atualização por outra fonte

Segundo o técnico da seleção de Portugal, o verdadeiro desafio está na qualidade da formação e na organização do calendário, e não no número de estrangeiros permitidos.

O treinador citou Portugal como exemplo, destacando que os clubes podem escalar equipes inteiras com estrangeiros e, ainda assim, o país continua revelando jogadores de alto nível.

Fonte adicional: Gazeta Esportiva

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