Zé Felipe é um dos pontos centrais deste conteúdo. Assessoria do ex-casal diz que o caso envolvendo menores corre sob sigilo, enquanto a escola em Goiânia foi notificada a apresentar relatório de assiduidade e justificativas de faltas.

A apuração sobre a frequência escolar dos filhos de Virginia Fonseca e Zé Felipe ganhou novo desdobramento nesta quarta-feira (8). Em nota enviada à imprensa, a assessoria do ex-casal afirmou que o caso envolve menores de idade, está sob sigilo e que ambos permanecem à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos que forem necessários.

A manifestação veio depois de a escola frequentada pelas crianças, em Goiânia, ser notificada pelo Conselho Tutelar da Região Leste da cidade. O órgão pediu um relatório detalhado de assiduidade, as justificativas para eventuais ausências e também as medidas pedagógicas adotadas para reposição de conteúdo. O prazo informado pela cobertura é de sete dias.

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O que levou o caso à apuração

A repercussão começou após declarações públicas de Zé Felipe sobre a rotina dos filhos. Em vídeos publicados na semana passada, o cantor reclamou das viagens frequentes e indicou que a prioridade passaria a ser estudo e rotina. A fala rapidamente reacendeu discussões nas redes sociais sobre a presença das crianças na escola.

Segundo os relatos publicados ao longo do dia por diferentes veículos, a apuração foi motivada por denúncias anônimas relacionadas a faltas escolares. A partir daí, o Conselho Tutelar acionou a instituição de ensino para verificar a regularidade da presença das crianças e pedir documentação formal sobre o caso.

O que a lei prevê sobre frequência escolar

A legislação brasileira estabelece educação básica obrigatória e gratuita dos 4 aos 17 anos. Na educação infantil, a pré-escola integra essa etapa obrigatória, e a Lei de Diretrizes e Bases prevê controle de frequência com exigência mínima de 60% do total de horas. A mesma legislação também determina comunicação ao Conselho Tutelar em situações de faltas relevantes acima do limite legal.

Esse ponto ajuda a entender por que a repercussão jurídica se concentra na criança que já atingiu a faixa etária de escolarização obrigatória. Há, porém, uma divergência importante na cobertura: parte dos veículos tratou o caso como referente às duas meninas, Maria Alice e Maria Flor, mas a Itatiaia informou, com base em declaração do conselheiro-presidente James da Silva Barbosa, que a apuração formal recai sobre Maria Alice, de 4 anos. Maria Flor tem 3 anos, e José Leonardo, 1.

Nota da assessoria e próximos passos

Na resposta encaminhada à imprensa, a equipe de Virginia e Zé Felipe evitou entrar no mérito da investigação e sustentou que questões envolvendo menores devem ser tratadas com reserva. Por isso, o casal não fará comentários públicos adicionais neste momento, embora tenha sinalizado cooperação com o andamento do caso.

Agora, o desdobramento depende da documentação que a escola apresentar ao Conselho Tutelar. A partir dessa análise, o órgão poderá decidir se o caso será encerrado com os esclarecimentos prestados ou se haverá novos pedidos de informação aos responsáveis. Até aqui, o que está confirmado é a notificação da escola, a existência de apuração sobre a frequência escolar e a manifestação da assessoria dizendo que Virginia e Zé Felipe estão à disposição das autoridades.

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